Empregada evangélica negra 3: O prazer de submeter

Muitos dos que contratam empregadas evangélicas, na maioria negras e mulatas das favelas ou do interior, confessam que sentem um prazer em submeter a moça. Muitos nem se importam se ela no início se defende contra abusos e rejeita certos favores e exigências porque se abre assim para o patrão a necessidade de quebrar a vontade e a birra através de um processo educativo. E muitos gostam de encenar esse processo em uma menina.

Muitos dos que contratam empregadas evangélicas, na maioria negras e mulatas das favelas ou do interior, confessam que sentem um prazer em submeter a moça. Muitos nem se importam se ela no início se defende contra abusos e rejeita certos favores e exigências porque se abre assim para o patrão a necessidade de quebrar a vontade e a birra através de um processo educativo. E muitos gostam de encenar esse processo em uma menina.
Um agente de empregadas de Goiânia escreveu no perfil de algumas das suas candidatas: “Jovem, cheirosa, mas um tanto birrenta e preguiçosa.”
E muita gente se interessou para esse tipo de menina, porque gostam de educar as jovens. Preferem uma moça que precisa de algumas surras até se assuntar do que de uma já perfeitamente submissa que já foi educada por outros.
O sociólogo Gilberto Freyre chama-o “O prazer de submeter” e conta de escravistas que gostaram de escravos e sobretudo escravinhas birrentas para poderem aplicar as ferramentas e a arte da educação. Teve até pessoas que se chamaram especializadas em educar escravos ou escravas birrentas que se ofereciam para os fazendeiros. Eles viajaram com uma maleta cheia de ferramentas como os médicos, só que as ferramentas foram usadas para quebrar a resistência de escravos e escravas rebeldes e insubmissos.
Na comunidade “Queremos uma empregada gostosa” do orkut ofereceu-se em 2007 um rapaz que, segundo ele, conseguiria transformar “empregadas desobedientes e independentes em escravas domésticas absolutamente  submissas e mansas”. Abordado por um curioso ele disse no início que cobraria R$ 2 mil por um curso educativo de 4 semanas, em que a empregada ficaria com ele. Mas na negociação ele cedeu até que acabou cobrando nada pelas quatro semanas que a menina ficaria com ele e receberia sua educação. Ele pediu por escrito a permissão de usar a empregada assim como lhe conviria melhor no decurso desses dias e garantiu somente que não teria feridas exteriores ou outras mudanças na hora quando e devolveria. Ele contou que costuma trabalhar com consoladores, eletrochoques e tapinhas finas, que não estragam a pele.






 


 

 



 

 

 


 

 
Um agente de empregadas de Goiânia escreveu no perfil de algumas das suas candidatas: “Jovem, cheirosa, mas um tanto birrenta e preguiçosa.”
E muita gente se interessou para esse tipo de menina, porque gostam de educar as jovens. Preferem uma moça que precisa de algumas surras até se assuntar do que de uma já perfeitamente submissa que já foi educada por outros.
O sociólogo Gilberto Freyre chama-o “O prazer de submeter” e conta de escravistas que gostaram de escravos e sobretudo escravinhas birrentas para poderem aplicar as ferramentas e a arte da educação. Teve até pessoas que se chamaram especializadas em educar escravos ou escravas birrentas que se ofereciam para os fazendeiros. Eles viajaram com uma maleta cheia de ferramentas como os médicos, só que as ferramentas foram usadas para quebrar a resistência de escravos e escravas rebeldes e insubmissos.
Na comunidade “Queremos uma empregada gostosa” do orkut ofereceu-se em 2007 um rapaz que, segundo ele, conseguiria transformar “empregadas desobedientes e independentes em escravas domésticas absolutamente submissas e mansas”. Abordado por um curioso ele disse no início que cobraria R$ 2 mil por um curso educativo de 4 semanas, em que a empregada ficaria com ele. Mas na negociação ele cedeu até que acabou cobrando nada pelas quatro semanas que a menina ficaria com ele e receberia sua educação. Ele pediu por escrito a permissão de usar a empregada assim como lhe conviria melhor no decurso desses dias e garantiu somente que não teria feridas exteriores ou outras mudanças na hora quando e devolveria. Ele contou que costuma trabalhar com consoladores, eletrochoques e tapinhas finas, que não estragam a pele.

 




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Andreia, favelada bem preta do Rio de Janeiro, era quase menina de rua quando virou empregada por recomendação de um morador da favela que trabalha para um patrão que gosta de meninas pretas, birrentas e buliçosas. Ele tem a ambição de botar disciplina nelas e fazer meninas educadas, comportadas, boas, evangélicas e submissas delas. Andreia se lembra: "No início apanhei todos os dias. Mas hoje sou uma ovelha muito mansa e obedeço em tudo."
O interessante nisso é: o patrão não é evangélica, mas manda evangelizar as empregadinhas. Quando elas são totalmente brandas e meigas ele as passa para famílias interessadas. Não quer ganhar dinheiro com isso mas quer transformar meninas rudes e perdidas em empregadinhas gostosas e submissas.

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